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Press Literatura PT

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Imprensa sobre Zoëlógica, Editorial Caminho, 2017

“Zoelógica é uma lição sobre a beleza que se descobre quando nos predispomos a ouvir o outro e a sonhar pelos seus olhos. Por outras palavras, um exercício de amor e educação. Facilmente um dos melhores livros infantis do ano.”
In Time Out, 2016

“Pode um livro para crianças, escrito por uma mãe e uma filha, ser um tratado de filosofia? Pode, pois. E nós é que agradecemos.”
Gabriela Lourenço in Visão, 2016

“O primeiro livro de Patrícia Portela pensado para os leitores mais novos nasce das conversas entre a autora e a sua filha de sete anos. Desafiando argumentos e lógicas que assumimos como únicas a partir da idade adulta, Zoëlógica é um compêndio de reflexões filosóficas disfarçado de livro de histórias para crianças.”
In Parágrafo, 2016

“(…) Para além das tentativas de Zoë em tentar se compreender melhor a si própria e ao mundo que a rodeia – p.e., a definição de ser vivo, o sistema circulatório, as funções cerebrais, os gansos serem as girafas dos patos, a água que corre dos rios continuar a caber nos lagos e mares e mais uma miríade de questões próprias da idade – , algumas manhas (p.e., de quem quer evitar comer isto ou aquilo) e brincadeiras (estar com pressa vs. estar com muito devagarinho), existe ainda uma série de momentos em que Zoë desafia a lógica do quotidiano, a solicitar que contem histórias inéditas que não possam ser inventadas ou divulguem o que acontecerá no futuro, a crença de que só sonha se estiver acordada, o sempre nem sempre significar sempre ou o uso da lanterna como indicador do caminho na história da maçã pessoa.”
In bandasdesenhadas.com, 2016

Imprensa sobre A Coleção Privada de Acácio Nobre, Editorial Caminho, 2016

“Já estamos habituados que cada romance de Patrícia Portela seja uma festa para o entendimento e um prazer para a sensibilidade. Este, porém, em investigação histórica, em imaginação estética, em criação de atmosferas sensíveis jogando com um universo contemporâneo interartes, em multiplicidade de registos, ultrapassou tudo o que se poderia esperar da romancista mais inovadora existente hoje em Portugal.”
Miguel Real in JL, 27 04 2016
"Patrícia Portela prossegue, com afã e brilhantismo, o trabalho de recuperação de um génio invisível".
José Mário Silva in Expresso, 10 06 16
"Alguns leitores questionarão a veracidade do relato (…). Mas, pensando bem, não temos nós todos, continua e consecutivamente, através dos nossos atos e criações, que justificarmos e demonstrarmos a nossa existência perante o mundo? Acácio Nobre já o fez…”
João Morales in Time Out, 25 05 16
“(um) mise en abime existencial (...) o formato livro permite a espessura caleidoscópica: genealogias, notas de rodapé, imagens,manuscritos,material “real”, visitações de genete reconhecível na wikipedia... isto é, prodígio e prestidigitação.”
S.S.C. in Visão, 31 05 16
“A obra de Patrícia Portela tem vindo a ser cuidadosamente edificada como objetos que comunicam entre si e criam “realidades ficcionais” a meio caminho do ensaio, da biografia, da pesquisa teórica, recorrendo também ao uso da imagem. A “invenção” de Acácio Nobre é um extraordinário trabalho de invenção da própria literatura.”
In Revista Ler, 1 06 2016
“Com o protagonismo que (Patrícia Portela) assume através dos comentários tecidos nas notas e na cronologia final, a certa altura, Acácio Nobre já não é figura histórica, antes um personagem de Patrícia Portela, que toma corpo sem alguma vez ser remetido a qualquer tipo de dispositivo narrativo. Aquilo que fica por dizer, aliado às passagens que nos arrebatam e o perfil do homem que se traça, só permite uma construção interior que, em circunstâncias normais, é reservada à ficção que se assuma em exclusivo como tal. Mas aqui, a espaços brancos (é um livro que respira muito), toca nos mesmos pontos de estímulo. Há dois achados: o de Patrícia Portela e o do leitor.”

Nelson Ferreira, in blog deusmelivro, 3 06 2016
“Patrícia Portela põe em causa as fronteiras dos géneros literários. A sua capacidade criativa estende-se a várias áreas e manifesta-se em obras difíceis de catalogar. Livros como "O Banquete" (Caminho), "Wasteband" (Caminho), ou "Para cima e não para norte" (Caminho) já haviam mostrado uma autora que é imperioso acompanhar. Patrícia Portela apresenta um rico, criativo e invulgar discurso na literatura portuguesa.”

Mário Rufino in Revista Sábado, 18 07 16

“Criando um objeto de difícil (e desnecessária, acima de tudo) classificação genérica ou de outra ordem, Patrícia Portela transforma a estrutura de um catálogo (…) numa linha narrativa que conta a história da vida de Acácio Nobre a partir do que dele ficou, cruzando diferentes linguagens – a verbal, naturalmente, mas também a visual (…). Em boa verdade, depois de lermos atentamente a descrição dos documentos e objetos constantes neste espólio e estabelecermos entre eles as relações possíveis e impossíveis, talvez não seja disparatado questionar se não foi Acácio Nobre a inventar Patrícia Portela.”
Sara Figueiredo Costa in Blimunda, in Cadeirão Voltaire, 1 07 2016
“A coleção Privada de Acácio Nobre o extraordinário híbrido ficcional, explicitamente uma nova maneira de narrar que se adiciona magneticamente modificadora das técnicas anteriores, da escritora e artista multimídia portuguesa Patricia Portela, e que, na minha opinião, salvou definitivamente a literatura como um todo, (…um) tipo novo de ficção arterelacional que Patrícia Portela eleva ao grau de diamante.

Carlos Emílio C. Lima, FB, 30 06 16


Imprensa sobre Wasteband, Editorial Caminho, 2014

“(Wasteband) tão distante de um romance convencional como a Terra está da Lua."
in revista Visão, 02 2014
“Todos os bons romances são experimentais. (...) Mas uns são sempre mais experimentais do que outros. (…) Com habilidade literária e inventivos jogos formais Patrícia Portela não relata esse projeto (Wasteband) que, na verdade, nunca existiu. Pede antes ao leitor que faça parte da experiência, numa conceção de literatura enquanto jogo.”

Luís Ricardo Duarte in Time Out Lisboa, 02 2014
"Patrícia Portela cria, neste livro (Wasteband) que nos faz entrar num labirinto do tempo, uma fantástica aventura onde somos confrontados com a linha ténue que separa a realidade da ficção. (...) Esta é a transposição para papel de um sonho e de uma imaginação sem limites."
FS in Jornal de Negócios, 02 2014

"(em Wasteband) Tudo é estranho, mas tudo é familiar, e essa impressão é algo de fascinante (...)"
Carla Ribeiro in asleiturasdocorvo.blogspot.pt

Imprensa sobre O Banquete, 2012

“Sob o signo de uma poesia fragmentária entre o interior e o exterior de cavernas e fenómenos inexplicáveis, ninguém sai ileso do impacto da prosa da romancista. Neste sentido (O Banquete) é um romance que se pensa a si próprio.”
Carlos Câmara Leme, in Colóquio Ler, 12 2014

«[...] a imaginação inclassificável de Patrícia Portela»; «O que é que nos leva, hoje, a vender a alma?»
Carlos Vaz Marques, «Livros do Dia», TSF, 14 03 2014

«O Banquete, de Patrícia Portela, é um “objectoliterário-não-identificável”. Estranho e demolidor.»,
«Ípsilon», Púbico, 29-3-2013, Raquel Ribeiro, p. 29

«O Banquete não funciona nem como uma metáfora nem como uma alegoria. A ser uma figura de estilo será uma catacrese: nomear aquilo que não tem nome. Neste caso será nomear o que não quer ser materializado pois correria o risco de se perder, isto é, a ética.»
DN, 15-12-2012, p. 4, «O que ando a ouvir, a ler e a ver», André e. Teodósio

Imprensa sobre Para Cima e não Para Norte, 2008

"Com o seu novo livro, “Para Cima e Não Para Norte”, Patrícia Portela reforça a ligação com o teatro, numa história de fantasia que nos fala de geometria, terrorismo, mediatização e ambição de conhecimento. Tudo embrulhado num grafismo de soltar amarras."
João Morales In Os meus Livros , 07 2008
“[Para Cima e não para Norte] é o romance português mais importante do ano de 2008.”
António Levy in Livros com Rum, 12 2008

Imprensa sobre Odília, 2007

«[...] após os romances de Nuno Bragança, na década de 70, nenhuma narrativa portuguesa tinha operado tamanha subversão na ideia de representação da realidade [...] uma linguagem própria, extasiante, enfeitiçante [...] um processo alquímico [...] pulsão metamorfoseadora de pluralidades de sentidos [...] sem distinção de planos ontológicos ou epistemológicos. [...] Ler Odília é, assim, penetrar num processo imagético de descoberta e revelação, uma liturgia contínua de prazer e assombro.»
Miguel Real in JL 5 12 2007

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capa JL 07 17
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Entrevista a coffeepaste, Abril 2017
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Interview at IWP, Iowa City, 2013